A parte mais fácil de entender

Ás vezes parece que pedir para as pessoas usarem um pouco a cabeça para pensar não é uma coisa normal. Talvez não seja para a maioria já que foram doutrinados a acreditar no que querem, de modo a validarem os seus comportamentos. Não há qualquer criatividade ou capacidade para ser diferente se não é possível meditar. Flui a cópia barata, melhorada ou até mesmo descarada. E assim vamos estando entre vidas que nunca se chegam a concretizar.  E fico com pena que assim seja. Em vez de um direito, as pessoas deveriam interiorizar que têm o dever de se sentir realizadas e completas com uma vida que não se arraste ao sabor de uma alegria aparente. A felicidade é realização. E para isso é necessário muito trabalho, abdicar do hoje, semear para mais tarde colher. Sem pressas, sem urgência de chegar, gostando do caminho e sem arrependimentos. Os erros fazem parte do ensinamento. Ninguém é perfeito e a perfeição e unanimidade não trazem o poder dinamizador da criação. É assim natural que pelo caminho se criem fantasmas e inimigos invisíveis que nos perseguem. O poder transformador do trabalho sempre desperta invejas e maldades alheias. Atento. É preciso estar atento aos sinais ou correr o risco de desprezá-los sofrendo no fim o ajuste das contas que ninguém quer pagar. E tudo se paga neste caminho tortuoso. Umas contas vêm com faturas premiadas, qual roda de sorte alheada do normal, mas maioria é apenas superinflacionada pelo valor que as pessoas auto propõem valer. E como se valoriza esta gente que a maioria das vezes não vale o chão que pisa. Quem olha de cima, perde sempre as melhores sementes e o melhor fertilizante de onde germinará o melhor dos frutos. Não é bom olhar só para o chão. Convém olhar em frente, na dimensão certa do tamanho da nossa própria Vida. Não somos mais nem menos que ninguém. Apenas somos diferentes e é a individualidade que nos permite chegar onde devemos. É por isso que insisto com as pessoas para usarem a cabeça, para pensarem bem no que fazem, e para assumirem os deveres antes de exigir direitos. Vivemos uma época de emergência social onde até a liberdade é limitada, e nem assim as pessoas entendem. As praias continuam com pessoas, os carros circulam e há aglomerados que fazem pensar que a situação vai piorar muito. Ninguém consegue prever o que aí vem, mas se esta gente continuar egoisticamente a pensar apenas nos seus passeios e no sol que precisa, vai haver um Tempo de arrependimento com custo de vidas. E essa é a parte fácil de entender. O difícil é meter na cabeça destas pessoas que esta é uma situação limite mas que demonstra claramente a falta de educação e de valores que reina pelas ruas de um modo ainda mais virulento que o COVID-19. Depois desta tormenta passar há lições a aprender e não estão apenas relacionadas com condições de higiene ou com as prioridades de cada país. É preciso abrir a caixa de pandora e ir fundo. Usem a cabeça por favor. Mudar ajuda a resolver todos os problemas da Humanidade: doenças, poluição, fome, e tudo o que faz da nossa Existência um autêntico falhanço Humano.

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