Assunto encerrado

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Existem assuntos sobre os quais não queria escrever. Seja a tragédia dos incêndios, seja o caso das “raríssimas”. Não tenho qualquer vontade sequer de pensar nesses casos. A tragédia continua a comover-me mais que a alegria. Não sei se é este espírito tão português, ou se é uma característica minha. Por outro lado a revolta pela chico-espertice e pelos que, sendo medíocres, se aproveitam de terceiros, dá-me uma náusea que chega a ser física. Causa-me um desconforto tal que nem me apetece pensar. É sabido que existem pessoas capazes de se aproveitar da miséria e da tragédia de terceiros. Não há dúvida que entre mortos, feridos, e aleijados, sempre há quem consiga tirar proveito da situação. E de entre esses, ainda há os que comandam e os que apenas se refastelam. E essa é a história dessas associações que recebem milhões do estado para apoiar os mais necessitados. Recebem e engordam essa gente porca, que se mete em ginásios cheios de suplementos que enrijecem o corpo, mas esquecem que de tão gordos de maldade, um dia deixarão de andar. De tão gorda, a porca já nem anda… e basta um só tiro para o abate final. Não podem ser felizes. Não podem conseguir quando tudo o que fazem destrói a base da construção de qualquer ser humano: a solidariedade. Eu não sou solidário porque gosto ou porque faz parte de mim ser boa pessoa. Não. De todo!! Ser solidário, dar e ajudar, é uma obrigação de todos os que respeitam o próximo. Estou tão cansado de pensar sobre isto, de escrever sobre isto, de falar sobre isto… que só me apetece pedir uma pena capital para todos esses que se vão aproveitando e enriquecendo á custa da solidariedade e da boa vontade de terceiros: que engordem até rebentar… Já não há paciência para primeiros-ministro; ministros; secretários de estado; empresários e até gestores de associações de solidariedade social corruptos. Fechem isso tudo à chave, tranquem a porta, e façam como na casa da criatividade em S. João da Madeira, onde encontrei a porta que se pode ver na foto. Imagino os fantasmas fechados, a engordar com pizzas simbólicas, e com o amor próprio iludido. Todas estas pessoas têm uma coisa em comum: iludem-se e mentem a si próprios. E são cobardes. Da cobardia mais baixa e vil, mesquinha e sem escrúpulos. Não são felizes. Não podem ser. Fechem essa gente numa prisão qualquer, e deitem a chave fora. Deixem que se governem entre si, e convivam com o pior da espécie humana: uns com os outros. A minha porta está fechada. E bloqueada!! Já nem quero mais ver e saber desta gente. Dá-me um nojo visceral ter sequer de pensar que existem. Assunto encerrado.

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