‘ Diário de uma viagem à Itália ‘

Antes de partir muitas coisas aconteceram mas não houve
tempo, nem espaço, para escrever sobre alguns assuntos. Mais tarde,
provavelmente, voltarei a eles. Mas por agora, faço mais um diário de viagem,
desta vez à Itália:

2 de Julho – Este foi um dia longo que começou ainda antes
do sol se levantar. Às 5:45, com o fim da noite, acordámos e lá conseguimos
apanhar o metro e chegar ao aeroporto. Não deixa de ser estranho que a cada
viagem vou ficando mais nervoso, mais impaciente e até mais inseguro à medida
que se aproxima a hora do voo. Talvez seja por começar a pensar o quão absurdo
parece, existir uma ‘passarola’ tão pesada a cruzar os ares. Nunca se
interrogam: ‘e se alguma coisa falha?’. A queda é grande e o chão tão longe…
Enfim, devaneios de quem tem pouco que fazer. Para piorar tudo, o avião
atrasou-se e chegou com um atraso de mais de 30 minutos. Só coisas boas. Não adianta
mentir, estávamos muito cansados. Os dias antes da partida foram ridiculamente
atarefados. Tirando a tarde e noite de anteontem que serviu para descontrair
(um dia destes escreverei sobre a visita que tive…), estive mergulhado em
trabalho intensivo. O cansaço fez-se notar neste voo apesar de tudo ter corrido
muito bem. A cabeça não tem juízo e o corpo é que paga, já se sabe como é. A
aterragem não foi perfeita e logo depois seguiu-se uma longa viagem de quase
uma hora até ao centro de Milão. Depois o metro e finalmente o hotel. Era muito
moderno. Daqueles que têm ginásio para as pessoas que vivem enclausuradas entre
serviços de hotel e aviões. Bebidas na recepção com muita fruta. Ou melhor,
muito açúcar e alguns químicos com sabores. Mas não adianta pensar muito nisso.
Bebemos um pouco e já está. Malas abertas, um pouco de água no corpo e paz na
alma. Seguimos para o centro, não sem antes almoçarmos no sítio do costume:
McDonalds. Nós bem tentámos resistir mas não há como. Eram 15:30 e nós só com o
pequeno-almoço… Vimos o Duomo e os seus painéis lindíssimos. Tem um aspecto
imponente ao estilo do de Munique. Seguimos até ás galerias Vítor Emanuelle que
são lindíssimas. Uma agradável surpresa. Tentei brincar com as lojas que
ocupavam as galerias: Dolce Gabana, Mercedes, Rollex, Louis Vitton e outros do
género capitalista e imperialista que mal sei pronunciar, quanto mais escrever…
Poucas coisas posso afirmar com certeza mas uma coisa sei: jamais gastarei o
meu dinheiro para alimentar tamanha ganância, ou alguém acredita que para fazer
uma mala são precisos 20000 euros sendo que normalmente é feita na China onde quem
as faz recebe 20 euros por mês. Enfim. As galerias eram bonitas e o chão cheio
de belas gravuras. Seguiram-se igrejas, belos edifícios, estátuas, praças e o
La Scala. Não senti nenhuma aura especial inicialmente. Só quando entrei na
loja e espreitei para a sala entendi o porquê de tanto fascínio por ela. Fomos
às compras mas de um modo muito contido porque não se pode fazer vida de rico a
menos que o sejamos realmente. Ficámos no hotel a descansar. Voltámos a sair e
fomos ao parque público que era bastante agradável. Andámos ás voltas na zona
do hotel e lá caímos na tentação de um gelado. A dieta terá de ficar para
quando regressar… Comemos uns yogurtes e esse foi o nosso jantar. Muito fresco
e agradável. Ficámos no hotel o resto da noite porque a idade não perdoa e a
vida são 2 dias… e 1 noite! Nunca entendi porque se diz este provérbio só a
meio! Se é verdade que a vida são 2 dias, não podemos esquecer a noite e o
descanso que fica pelo meio… O descanso é a salvação da alma!

3 de Julho – Não dormi bem. È algo normal porque sei que
esta cama não é a minha e sobre ela já inúmeras pessoas passaram. Acordámos
eram 9, tomámos o pequeno-almoço e fomos para o castelo. Passeámos por
exposições singulares, cítaras e instrumentos bastante diferentes do que estou
habituado a ver; arte sacra, porcelanas, peças orientais e até um museu sobre a
influência romana. Valeu a pena. Daí fomos ver a Igreja Santa Maria da Graça e
o Cenácolo. A igreja era muito bonita e o Cenácolo também. Por dentro não
visitei o Cenácolo. Por motivos que não entendo ainda, a obra ‘A última Ceia’
de DaVinci está bem guardado no Cenácolo e pasme-se o comum dos mortais: para
lá entrar é preciso uma marcação com mais de um mês de antecedência. O mais
engraçado é que se comprar uma viagem turística pela cidade numa agência e
pagar bastante (!) tenho certamente uma vaga ainda que só no dia decida
visitá-lo. Não vale a pena dizer que fiquei chocado. Fomos afogar as mágoas em
compras. Não nas grandes lojas mas nas que são normais para o meu nível de
vida: beneton, zara… Comprei umas cuecas da selecção italiana (50 % desconto) e
uns calções de banho (20 %). Não é que começaram, neste dia, os saldos…
Voltámos ao La Scala. Desta vez entrámos no museu do teatro e na sala. É muito
bonita mas um pouco pequena demais. O palco e o fosso da orquestra ocupam quase
toda a sala. Existem muitos camarotes! Fomos para o hotel comer qualquer coisa.
Descansámos enquanto víamos a RTP e debate na assembleia da república… Adormeci
uma hora depois do debate. Estava muito cansaço para pensar. Acordei meio
sobressaltado, vesti-me e fomos às compras de novo. Ganhei um relógio. Talvez
ainda o use durante a minha estadia, quem sabe… Fomos jantar e sentimos quão
apressados são os italianos: em 15 minutos tínhamos já jantado. Os empregados
pareciam frenéticos no movimento de ‘leva e traz’. O movimento de clientes era
quase nulo mas a movimentação dos empregados, imensa. A comida era óptima mas
com a velocidade a que fomos despejados do restaurante mal teve tempo para
assentar. Tivemos de ir tomar um café e comer um gelado. Passeámos por avenidas
com cafetarias fechadas e belas gelatarias. Andámos imenso e por fim voltámos
ao hotel. Milão já fazia parte do passado. Quem sabe se voltarei um dia, esta
viagem não foi em vão…

4 de Julho – não dormi bem. O ar condicionado fazia um certo
barulho que só esta noite me inquietou. Tive sonhos estranhos que me fizeram
acordar muito cansado. O pequeno-almoço foi tomado com a calma de quem não sabe
o que é, no dia-a-dia, tomá-lo. Apanhámos o tram e fomos directos à estação
central. A aventura em Milão tinha os minutos contados. Entrámos no comboio mas
antes, entendi perfeitamente porque cheiram tão mal as ruas da cidade. Para
fazer um simples xixi era preciso pagar. Sem moedas as portas não se abriam,
tal como no metro. Também me apeteceu, qual selvagem, levantar a perna e urinar
ali mesmo. Claro que o pudor não me deixou. Não nasci para a acção mas antes
para a reacção pensada! Entrámos no comboio e iniciámos uma viagem de quase 3
horas e meia. O comboio era cómodo e as linhas de boa circulação. Não houve
muita trepidação e a viagem fez-me bem. Chegámos cansados a Florença-Rifredi,
muito cansados… Verificámos, uma vez mais, a verdadeira desorganização romana
(nem parece deles, que desonra para os seus antepassados…). Não havia indicação
de nada. Tivémos de sair da estação, voltar e por fim perguntar no quiosque
como chegar a Florença-SM. Era preciso apanhar mais um comboio… Enfim, um
horror. Depois de 10 minutos a velocidade lenta lá chegámos a Florença. Fomos
directos ao hotel e ficámos agradados com o que encontrámos. Largámos as malas
e decidimos ir ao congresso. Fizemos o registo e fomos ver os e-mails. Nada de
notícias muito boas mas também não houveram más. Ganhámos 10 euros no
euromilhões. Eh eh. Fomos à fortaleza e passámos nuns jardins com tanta água
quantos mosquitos. Eram daqueles mosquitos extremamente chatos que não ficando
só pela pele, gostaram das mucosas dos meus olhos. Continuámos a passear e
fomos à igreja S. Marco. Uma bela igreja, dedicada a um grande santo,
certamente. Vimos o cadáver, ou melhor, o que restava de um ex-bispo vestido
apenas com uma pele encarquilhada. Uma visão completamente escusada… Fomos ao
mercado municipal comprar uns souvenirs e ver o que se vendia por ali:
trabalhos em pele e muitos cadernos lindíssimos. Será que resistirei a comprar
um? Voltámos ao hotel. Tempo de banhos e um merecido descanso. Por volta das
19, lá fomos jantar e sentir, mais uma vez, a criatividade italiana: por nos
sentarmos no restaurante tivemos de pagar 2 euros cada… Comi lasanha e gostei
muito embora desconfie que eles ainda não descobriram que existe algo chamado
‘sal’. Fomos andar pela cidade. Passámos a ponte velha, comemos um gelado
fantástico e se quiséssemos poderíamos ver o concerto de uma orquestra. Mas não
quisemos… Decidimos regressar ao hotel e dormir…

5 de Julho – o dia não começou muito cedo. Fomos ao
congresso colar os posters e à saída encontrámos o meu chefe que acabava de
chegar de Roma. Fomos dar uma (grande!) volta pela cidade e ver um pouco da
fachada geral das casas e ruas. Tudo é muito perto mas caminhar cansa bastante,
principalmente depôs de vários dias de passeio… Caminhámos ao longo do rio e
voltámos a atravessar a ponte velha. Almoçámos do lado de lá e desta vez
resistimos aos gelados. Voltámos a atravessar a ponte e fomos à estação central
ver de bilhetes para Siena e para Pisa. Seguimos para o congresso e lá
estivemos a fazer o nosso papel durante 2 horas. Saímos e fomos visitar o ‘Il
Duomo’. Não achei extraordinário ou imponente mas vale a pena visitar. Antes
disso, quase me esquecia, fomos à perfumaria da cidade. Meu Deus! Que coisa
bela e extraordinária. Visitar Florença e não comprar nada nesta perfumaria é
um erro. Não é barata mas não sendo cara, vale cada cêntimo. O aspecto
familiar, tradicional e trabalhoso de tudo o que vemos por lá faz com que ao
fim de 10 minutos não consigamos sair sem gastar alguns euros. Foi o que mais
gostei de ver até agora. Há ali algo de distinto e extraordinário que sou
incapaz de descrever… Voltámos ao mercado de rua para comprar o íman de
Florença. Visitámos a zona do Uffisi e comprovamos a imponência do museu. Será
assim também à noite quando todas as luzes se acenderem e a escuridão se abater
sob a cidade? Não sei mas voltámos para o hotel com a ideia de descobrir… Fomos
jantar mas antes voltámos à praça do Uffisi. Certamente iremos visitá-lo
amanhã. Caminhámos pela cidade um pouco até encontrarmos finalmente um
restaurante que nos agradasse. A comida foi muito boa. Relaxámos um par de
horas e depois lá fomos revisitar a cidade sem a luz do dia, só com a luz
artificial. Confesso que fiquei um pouco desiludido. Há um certo descuido nos
italianos que não me agradou. O património histórico não é devidamente cuidado
como seria de esperar. Atravessámos de novo a ponte. Sentámo-nos para ver a
paisagem e eu imaginei uma cidade há alguns séculos onde a vida circulava por
entre caminhos empedrados e carroças mal arranjadas. Comemos um gelado. A dieta
terá de esperar por outra altura. Voltámos para casa e foi o merecido descanso.
Afinal amanhã haverá Uffizi.

6 de Julho – o dia começou cedo como se exige a um bom
turista ávido por ver e tocar no máximo que a cidade possa oferecer. Tomámos o
pequeno-almoço e fomos em passo acelerado para o Uffizi. Foram 2 horas de
espera. Uma longa fila e muito desespero. Por fim lá entrámos, cansadíssimos,
para podermos apreciar algumas das mais emblemáticas obras de arte que existem.
A falta de organização dos italianos chocou-me uma vez mais. Eram salas opostas
ao corredor sem que pudéssemos ver todo o museu sem andar para trás e para a
frente em corredores sem saída. Foi uma experiência muito mais maçadora que
enriquecedora mas Uffizi é um museu que contém obras preciosíssimas que valem
as horas de espera. O museu precisa, no entanto, de uma reorganização profunda.
Será que fui só eu que vi isso?… Enfim. Almoçámos num restaurante óptimo e
barato. Comi quase até rebentar. Viemos para o hotel refrescar-nos e trocar de
roupa. Cumpri com o dever de ir para o congresso, afinal, é por isso que aqui
estamos. Ainda pensámos em ir de autocarro, depois do congresso, até ao cimo de
uma das colinas e descer tudo a pé mas eram mais de 7 Km’s e não estávamos
muito frescos. Se havia dúvidas, a chuva desfê-las. Decidimos ficar pela
cidade. Tentámos visitar a Academia e ver o ‘David’ mas a fila enorme fez com
que pensássemos duas vezes. Não estávamos dispostos a novas filas. Entretanto
fomos à sinagoga e ao museu judaico. Valeu a pena. É um sítio agradável com
gente simpática. Passámos no teatro e caminhámos muito. De repente pensei: não
teria sido melhor descer as colinas que andar por aqui? Recolhemos ao hotel. É
sempre bom refrescar-nos um pouco antes do jantar. Lá fomos para a ponte velha
e jantámos perto do Uffizi. A comida era boa. Nesta viagem gostei muito da
comida. Atravessámos a ponte e fomos para o outro lado comer um gelado. Meu
Deus! Quantos gelados foram ao todo? Nem sei, mas só de escrever sobre eles já
me apetece comer mais uns quantos. Entretanto lá ficámos a ver o jogo da
Holanda. Tive imensa pena do Uruguai. Foi um final de jogo emocionante.
Regressámos ao hotel. Amanhã vai ser um dia longo em Siena. Vai começar por
volta das 7:30. Veremos como corre…

7 de Julho – Começámos o dia na hora marcada: 7:30. Corremos
para a estação e fomos em direcção a Siena. Uma vez dentro do comboio foi 1:30
de viagem. Fez-se bem. Uma vez lá, decidimos ir a pé para o centro da cidade.
Será preciso dizer pouco mais, apenas que a estação fica no sopé e o centro lá
no alto. Foi cansativo. A praça central era belíssima. Finalmente se viam
fontes, água e bebedouros. Toda a cidade ‘cheirava’ a medieval. As casas feitas
do mesmo material, tijolo esfarelado e as ruas empedradas transformavam a
cidade em algo extraordinário. Haviam vielas por todo o lado e as estátuas
pareciam olhar-nos meio de lado. Vimos o ‘Il Duomo’ que era realmente bonito e
a praça do mercado. Fomos até à universidade e acabámos por almoçar num
restaurante caro e sinceramente pouco aconselhável. Subimos e descemos as ruas.
Vimos a cabeça da S. Catarina de Siena. Algo tão mórbido que nem vale a pena me
alongar. Imagine-se um altar onde no centro está uma cabeça em formol… Vimos a
fonte ‘que fala’ e era de facto algo a não perder. Carpas e uma água gelada
fizeram a delícia da nossa tarde. Mais um santuário e uma igreja e pouco mais
havia a fazer em Siena. Comemos um gelado que soube a pouco, principalmente
porque a cidade parecia merecer mais umas horas para ser bem explorada. Era no
entanto hora de regressar. Um longo caminho tinha de ser percorrido… Lá
chegámos á estação, bebemos alguma coisa fresca e entrámos no comboio para nova
viagem de 1:30… Na realidade a meio o comboio resolveu parar. Desligou o ar
condicionado e ficámos ali a ser cozinhados em lume brando no meio de nada
durante 20 minutos. Não conseguimos saber o que aconteceu mas de repente lá
andámos e em pouco tempo chegámos a Florença. Preparámos a viagem para o dia
seguinte e viemos para o hotel. Era preciso descansar… Comemos algo leve e
decidimos dormir. O dia seguinte prometia muito cansaço.

8 de Julho – Acordámos muito cedo. Fui ao congresso buscar
os posters e debater-me com a difícil tarefa de colocá-los no canudo. Saímos
apressados do pequeno-almoço. Havia um comboio para apanhar. Fomos directos
para Pisa. A viagem correu sem sobressaltos e o hotel, para nosso regozijo, era
mesmo pertinho da estação. Gostei bastante do hotel e do quarto… Refrescámo-nos,
pegámos num mapa e lá fomos nós em direcção ao centro. A cidade era muito
pequena, deu para perceber logo aos primeiros passos. Muito turística, embora
não tanto quanto Florença. Haviam muitas lojas espalhadas pelas avenidas
principais e tudo ia dar á torre inclinada. Havia uma praça, muito bonita, onde
se acumulavam o batistério, o Il Duomo e a Torre. Vimos isso tudo ainda antes
de almoço. Fomos comer um menu turístico num dos restaurantes da zona central e
voltámos ao hotel para planear o ataque à cidade. Depois de descansarmos um
pouco percebemos que não havia margem para ataque: a cidade é aquela praça
central e pouco mais. Vimos umas igrejas, comemos uns gelados, jantámos e
passeámos pela cidade até ser noite. A iluminação dos monumentos era, uma vez
mais, uma desilusão. Haviam 2 ou 3 holofotes nos telhados circundantes da praça
virados para a torre e para o Il Duomo e era só. Muito pouco para edifícios
património da humanidade. Mas fazer o quê? Enfim… voltámos para o hotel. A cidade
estava vista e ainda nos faltava um dia..

9 de Julho – Acordámos com calma e fomos tomar o
pequeno-almoço. Arrumámos as malas e pedimos para as guardarem no hotel. Era muito
cedo para ir para o aeroporto. Fomos uma vez mais à praça central e ficámos
sentados, a apreciar as vistas. Era uma espécie de despedida em câmara lenta de
Itália. Não sabemos nunca quando ou se voltaremos aquele lugar… Almoçámos kebab
e percebemos que era dia de greve de comboios. Meu deus. Seria o aeroporto
longe? Percebemos que não e ficámos um pouco mais descansados. Em último caso
iríamos a pé! Acabámos por chegar cedo ao aeroporto porque o comboio para o aeroporto
não tinha sido afectado e como tínhamos algum receio que pudesse vir a ser,
decidimos ir um pouco mais cedo. A entrada no avião não foi muito boa. A Ryanair
ás vezes tem uns exageros absurdos. Nem os VIP tiveram sorte… Fomos colocados,
qual peixes, dentro de umas salas de vidro antes de entrarmos no avião. A viagem
pareceu-me muito demorada mas acredito que tenha sido pelo cansaço. Afinal,
estava desejoso por chegar a casa. Tomar um banho e esticar-me! A viagem a
Itália  foi boa e quem sabe se um dia se
repete…

Anúncios
Esta entrada foi publicada em Não categorizado. ligação permanente.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s